quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Voltando ao Freeciv

Após um longo período de (quase) inatividade, voltei aos jogos civilizatórios. Baixei a versão mais recente do Freeciv, 2.4.3, e instalei. Se bem que já existe uma versão mais nova, ainda em testes. Mas isso não importa muito, as alterações são quase imperceptíveis. Só mesmo consultando o log. De todo modo eu queria jogar novamente e testar novas táticas.

A primeira partida foi no nível médio e no mapa da Europa. Foi uma partida basicamente militar, enfrentando os espanhóis e depois os suecos. Praticamente aniquilei eles. Ao chegar nos adversários menores e facilidade era tanta que o jogo perdeu a graça e eu abandonei. Resolvi jogar uma nova partida no nível difícil, no mapa da Terra. Mas o jogo colocou todos os jogadores na mesma região, entre a Europa e Ásia. Esse é um dos problemas de jogar em cenário. Como o nível era difícil, todos os rivais resolveram me declarar guerra. E ainda haviam os bárbaros, frequentes e com muitas unidades. Parei no meio, talvez retorne para finalizar a partida.

Resolvi iniciar uma outra partida, editando várias opções. Começando por deixar cada jogador num continente. E o meu foi a América. Como eu tinha bastante espaço, adotei uma tática expansionista. Fundei o maior número de cidades que pude, mesmo sacrificando o crescimento das iniciais. Depois de vasculhar quase todo o continente, debandei os 2 exploradores. Mas fiz isso em cidades que estavam construindo maravilhas. Por menor que seja o valor dos exploradores, sempre ajuda um pouco. Fica a dica!

Quando já tinha várias cidades e uma boa conexão por estradas, resolvi implantar rotas comerciais. Sem estradas (ou ferrovias) as caravanas são muito lentas. Essa rotas me ajudaram financeiramente (e em ciência). Com o dinheiro em caixa eu adiantava a construção de todas as maravilhas que desejava. Isso foi muito importante. Ainda mais por sempre jogar com taxação baixa; 30% de imposto e 70% pra pesquisa. Aí vocês vão me perguntar sobre o luxo dos cidadãos. Já vi jogadores destinando 20% (ou mais) pro luxo. Mas assim a gente não consegue uma vantagem tecnológica. Então eu tento acalmar o povo com as maravilhas e templos. E com 3 unidades militares na cidade. Até a cidade chegar no tamanho 9 ou 10, isso funciona. Depois... Depois eu costumo deixar um cidadão sem atividade. Até trocar de governo, da monarquia pro comunismo. Não gosto muito da republica e da democracia.

Voltando ao jogo em questão, usei alguns galeões e fui vasculhar a costa africana. Depois juntei alguma força naval (e terrestre) e fui pra guerra. Como eu conheço o comportamento das IAs, resolvi "driblar" o africano. Dei toda a pinta que iria atacar uma cidade - que ele reforçou - e ataquei outra. Tomei a cidade com folga. E depois mais outras. E todo continente africano. E parti pro Oriente Médio e Ásia. Já com novos inimigos.

Em 1890 eu já estava finalizando a pesquisa normal. Como a corrida espacial estava desabilitada, precisei dominar todas as cidades inimigas. Essa é a parte "sonolenta" do jogo. Mas fiz algumas capturas de tela para vocês conferirem a campanha.

Assim que puder vou fazer um novo texto falando dos problemas e falhas no Freeciv. Espero que este exemplo, e dicas, tenham servido para ajudar quem sofre para sobreviver e vencer uma partida de Freeciv num nível mais difícil.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Sword Fall - Estratégia em Turnos

Não tenho grandes novidades sobre o C-Evo. Mas vou aproveitar e compartilhar um bom jogo de estratégia por turnos, o Sword Fall. Esse é um game em flash, sem tanta complexidade. Mas vai garantir algumas horas de diversão. Especialmente pra quem gosta do estilo, estratégia em turnos.
Sword Fall lembra um pouco o War, de tabuleiro. Existe um mapa e alguns povos, mais os países independentes, que devem ser o alvo inicial. O jogo começa e vocês, após escolher o país, terão algum dinheiro (as moedas) para investir, e a provisão (o ícone com um barril de suprimentos). Só é possível atacar países que façam fronteira com os seus. Analisam as possibilidades. Escolham o mais fraco. Agora cliquem na aba do seu exército e recrutem alguns soldados. E ataquem o alvo escolhido. Cada exército só realiza um ataque e movimento por turno.
Quanto mais regiões (países) forem conquistados, mais aumenta a receita do tesouro e os suprimentos. É bom conquistar uns 5 ou mais países avulsos. Então é possível investir em pesquisa. A pesquisa permite novas unidades e algumas vantagens administrativas, como aumentar a receita por turno.
Mas fiquem de olho nos inimigos, se algum território ficar sem proteção eles irão atacar e conquistar.
Vocês podem gerir as batalhas manualmente. Isso é um pouco enfadonho. Ou podem deixar que o jogo realize o cálculo e declare o vencedor. Assim agiliza mais o game e ele dura menos tempo. Façam como preferirem.

Os iniciantes podem começar com o nível mais fácil (easy). Mas o jogo fica mais divertido do nível Normal pra cima. E as partidas podem levar um certo tempo. Por isso vou deixar o jogo em download, não pra jogar online. Baixem o jogo e joguem em um programa que rode flash (como o SWF Opener) ou pelo navegador.

Cliquem na imagem abaixo para fazer o download de Sword Fall. Na página de download escolham "regular download". Perto do final da página existe um código "captcha" que deve ser repetido e depois se clica em "ativar passaporte". Pronto, o link estará disponível.


download

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Age Of Conquest 3

Depois de um longo tempo volto a atualizar o blog. Mas não é exatamente pra falar do C-Evo, o jogo está parado. Existe uma atualização do C-Evo sendo preparada, mas sem data ou qualquer informação mais detalhada sobre isso. Sendo assim vou usar o espaço pra indicar um jogo de estratégia em turnos que encontrei há alguns meses. Trata-se do Age Of Conquest 3. Começo informando que o jogo é pago, mas existe uma versão demo, que pode ser encontrada no Baixaki.
A jogabilidade de Age Of Conquest é bem mais simples que os jogos civilizatórios que conhecemos. É mais um jogo de dominação, mas sem batalhas ou grandes movimentos. Portanto não esperem muito mais que algumas horas de diversão. O lado positivo é que rapidamente se aprende como jogar e dominar todo o mapa.
Ao iniciar o Age Of Conquest encontramos a tela inicial e as opções: iniciar novo jogo, recomeçar um jogo antigo, baixar mapas e outras opções. No lado esquerdo temos as legendas do que os ícones representam. Não é muitas coisa, e mesmo as construções são apenas duas.
O jogo funciona na base do dinheiro pra criar exércitos e nos APs (action points) que o jogador dispõe por rodada. Os APs são consumidos ao movimentar seu exército e nas construções. Lembrando que você só pode movimentar seus exércitos em seu território ou para atacar territórios fronteiriços. A única excessão é o ataque naval. Mas o ataque naval consome mais dinheiro que o terreste, gasto no transporte da tropa. Devido ao alto custo, o ataque naval não é muito indicado na fase inicial do jogo, quando você está com pouco dinheiro e APs.
Existem vários mapas em Age Of Conquest, e outros que podem ser baixados na tela inicial. Cada mapa tem um cenário diferente e um número de adversários variado. Além dos adversários existem os territórios neutros. E estes são o primeiro alvo ao iniciar uma partida. Principalmente por terem um exército limitado a 500 soldados. Sendo assim, contrate soldados em sua capital, até onde seu tesouro permitir e direcione uns 700 ou 800 para atacar 1, 2 ou 3 territórios neutros da vizinhança. Agora clique em "next" para finalizar o turno e executar os comandos. No turno seguinte você terá conquistado os territórios atacados e terá mais dinheiro no tesouro e mais APs. Lembrando que o dinheiro depende da taxação imposta e do tamanho do seu império. As APs aumentam na proporção que seu império cresce. No turno seguinte você pode recrutar mais soldados, tanto em sua capital quanto nos novos territórios conquistados. E atacar mais territórios. Mas tenha cuidado pra não deixar algum território desguarnecido.
Além de recrutar soldados e atacar os inimigos, você também deve construir torres e fortificações (muralhas). As torres são interessantes pois indicam o número de soldados inimigos nos territórios adjacentes. Mas só naquele turno, nada impede que o inimigo esteja enviando mais tropas para determinado território e você tenha uma surpresa desagradável. As fortificações aumentam o poderio defensivo das tropas no território em que forem construídas. São importantes quando passamos a ser atacados por inimigos mais fortes. O mesmo vale quando atacamos tropas inimigas em territórios fortificados. É preciso ter uma tropa de quase o dobro do inimigo. As vitórias são decididas matematicamente, baseadas no número de soldados e a fortificação, caso exista.
Uma dica interessante é atacar territórios inimigos logo no turno seguinte ao que são conquistados. A razão lógica é que eles, provavelmente, contarão com uma tropa reduzida, sobra da batalha anterior. Isso caso o adversário não recrute mais soldados no mesmo turno. A segunda dica é usar de ataques duplos (ou triplos) quando for possível. Vamos dizer que você quer atacar um inimigo que conta com 20.000 soldados numa fortificação. E você tem uns 30.000 soldados num território vizinho e mais 15.000 em outro. Ataque primeiro com os 30 mil e, no mesmo turno, com os 15 mil restantes.
Age Of Conquest é basicamente isso, fazer contas e atacar. A estratégia é muito limitada. O tipo vitória final pode ser configurada, ao iniciar a partida. Você pode optar pelo controle total do mapa ou pela hegemonia parcial.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Guia em Vídeo

Hoje vou fazer algo diferente aqui no C-EVO. Um fã do jogo, Jorge, publicou um vídeo tutorial do jogo no Youtube e eu resolvi incorporar aqui na postagem. Sem esquecer de elogiar a iniciativa do nosso amigo, parabéns.
Recomendo que assistam em "tela cheia" para enxergar os detalhes.


Eu percebi alguns erros no jogo. Talvez por causa de ser apenas um tutorial. Não tenho certeza. Mas a questão financeira estava ruim, sempre no vermelho. Havia condição de fundar mais cidades. Havia muita embarcação pra pouco soldado; e nem todos foram levados ao outro continente para atacar os inimigos. E, principalmente, a ofensiva militar precisa ser mais forte. Cidade conquistada não pode ser perdida logo depois.

Sei que estou cobrando muito, mas é a força do hábito :)

* * *
Lembrando que adicionei a opção de tradução (no menu) para ajudar os visitantes estrangeiros, que não falam português.

sábado, 28 de agosto de 2010

C-Evo em Português

C-evo na versão traduzida:

Algumas pessoas estão escrevendo para reclamar que não conseguem a versão "brasileira" do jogo. Eu havia explicado antes mas vou repetir:

1- baixe esse arquivo : http://c-evo.org/files/download.php?brazil.brazil.zip
2- descompacte o arquivo
3- copie a pasta para o diretório onde você instalou C-evo, e onde estão as outras tribos (tribes).

É simples e rápido. Se bem que visualmente os gráficos da versão PT-br são bem fraquinhos. Não recomendaria a instalação; somente para aqueles que sofrem com o inglês.

sábado, 14 de agosto de 2010

Freeciv ou C-Evo

Vou terminar de listar as diferenças entre C-evo e Free Civ. Além de tudo que já falei é bem provável que uma partida em Free Civ leve muito mais tempo para ser concluída. As cidades demoram mais para crescer, as maravilhas também custam mais, o trabalho dos colonos (ou engenheiros) é mais lento, as batalhas são mais longas (para conquistar uma cidade), etc...
Outro problema mais frequente é a poluição. Em Freeciv esse problema é exagerado ao ponto de irritar o jogador. É necessário construir recicladoras o mais rápido possível. E, pra piorar, quando nossa civilização estiver bem desenvolvida há uma grande probabilidade do planeta sofrer com o aquecimento global. Boa parte dos terrenos vira deserto ou pântano e enfrentamos escassez de alimentos.

Outro ponto que me deixou confuso no jogo foi para construir a nave espacial. A gente pode construir componentes, módulos e demais partes. Mas não há explicação alguma sobre quantas ou quais partes precisamos produzir. Pelo menos eu não encontrei qualquer explicação sobre isso. Fui na base do chute.

E ainda há a questão política. Em C-evo eu costumo me manter na monarquia até o final, por causa da ciência ser duplicada com o Colégio de Newton. No caso de Free Civ isso não é possível. A corrupção e desperdício obrigam que a gente mude para outro sistema político. Avaliando todos eu acabei preferindo o comunismo. Só ele consegue frear a corrupção nas cidades mais distantes.
Outra diferença interessante é o maior uso de táticas de espionagem. Em Freeciv as espiãs podem nos ajudar muito antes de atacar cidades ou incitando revoltosos em troca de algum dinheiro. É muito legal isso!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

C-Evo ou Freeciv

Já pensaram em testar Freeciv?
Acho que quase todo mundo que gosta do gênero sabe que Freeciv é o outro similar baseado em Civilization. Eu já tive ele instalado, há muito tempo. Acho que antes mesmo de C-Evo. Mas por motivos diversos acabei ficando só com o instalador de C-Evo e me adaptei ao jogo. Há uns meses vi uma nova versão de Freeciv e resolvi baixar e testar. Até pra sair da mesmice de C-Evo.

Não vi grandes mudanças no jogo. Pelo menos nada visível, podem ter corrigido falhas na programação. O segundo ponto é que existem diferenças consideráveis entre os 2 jogos. Confesso que me enrolei um bocado nas 2 primeiras partidas. Dificuldade pra escolher o local de fundação das cidades, no gerenciamento, na ciência e, principalmente, nas batalhas.
As maravilhas têm funções diferentes e, parece, são mais difíceis de construir. O descontentamento dos cidadãos é frequente e sempre é necessário mover soldados para as cidades ou alterar a função de alguns cidadãos: do trabalho para o entretenimento.
A forma que o jogo mostra a tela de desenvolvimento científico é favorável na escolha do que desejamos pesquisar. Nisso o Freeciv leva vantagem sobre C-Evo. A tela de economia e de política também são úteis.
Outro ponto considerável é que o trabalho de irrigação ou construir estradas leva mais tempo em Freeciv. Também precisamos usar muito as caravanas; tanto para aumentar o comércio quanto para a ciência. Alguns inimigos que enfrentei tinham dezenas delas rodando pelo território.
Outro ponto que me prejudicou na 2ª partida foi o mapa: fiquei num pequeno continente, dividido com um rival. Logo que produzi alguns arqueiros decidi partir pro ataque. Mas esse é outro detalhe diferente entre os 2 jogos: a defesa é sempre favorecida em Freeciv. Existe a opção "fortify". E nas cidades a muralha representa uma proteção mais potente que em C-Evo. Nem mesmo atacando das montanhas consegui dominar algumas cidades. Nem com ataques combinados usando 3 ou 4 unidades.
Na 3ª partida reiniciei até conseguir um mapa decente. Nem mudando as configurações de terra, mar e tamanho do mapa foi fácil achar um continente de dimensões razoáveis. Finalmente deu. E acabei com espaço de sobra pra fundar várias cidades. Mas logo chegou o contato com os "vizinhos". E eles são mais malandros que em C-Evo. Não podemos ter ilusões com pactos, alianças ou um cessar-fogo. Logo começa o conflito. E uns acabam tomando as dores dos outros e você acaba em guerra com todos. Eu estava jogando no nível fácil, não sei se isso afeta o comportamento dos inimigos. Mas eles, apesar de declarar guerra, não atacam. Ficam sempre na defensiva. E a gente é que deve conquistar suas cidades. Mas com calma, pois quase sempre é preciso usar várias unidades. Quando contamos com navios de guerra e aviões isso fica mais fácil. Essas unidades fazem o bombardeio pesado e as unidades terrestres apenas ocupam as cidades.
A outra diferença entre os 2 jogos é que em Freeciv você não precisa de minerais especiais. Só precisa da tecnologia e construir a nave espacial. Daí envia a nave e espera o ano da chegada dela. Nada emocionante. Assim como a vitória. É só uma mensagem na parte inferior do jogo. Diz que a nossa nave chegou com sucesso e somos os vencedores.
Não sei dizer qual é melhor, se C-Evo ou Freeciv. Cada um tem suas vantagens. Só posso dizer que Freeciv me pareceu mais emocionante, até pela dificuldade de conquistar territórios inimigos. Mas façam seu próprio teste e avaliem qual é melhor.

quarta-feira, 31 de março de 2010

C-EVO Problemas da Ofensividade

Nos posts anteriores eu falei sobre as vantagens e benefícios de uma estratégia mais ofensiva, desde o início do jogo. Mas isso nem sempre é tão simples. Um dos motivos é o tamanho do mapa escolhido para a partida. Eu sempre escolho o mapa grande. E assim a distância entre os territórios costuma ser grande. E, sabemos, quase sempre a nossa posição inicial é próxima de um dos pólos.
Numa outra partida (diferente da anterior, com os espanhois, onde iniciei na parte central do mapa) eu comecei perto do pólo norte. Acho que jogava como americano. Iniciei a exploração do mapa e bem lá pro sul, quase no pólo oposto tive contato com os japoneses. Assinei um breve acordo de paz com eles. Só o tempo suficiente para mover alguns militia e guards até lá. Poucos soldados na verdade. Então tentei atacar os japoneses e dominar a primeira cidade. Não deu. Nesta altura os militia não tinham tanta efetividade e os japoneses se defendiam com guards.
Tive que recuar, produzir novos guards e mosqueteiros e iniciar novo ataque. E ainda usava uns 3 soldados para bloquear a entrada dos babilônicos em meu continente (veja figura abaixo). Mas na segunda investida tive mais sucesso e dominei todas as cidades japonesas. A dificuldade maior era a distância, meus soldados levavam muitos turnos até alcançar as cidades japonesas. O segundo problema foi a corrupção nas cidades conquistadas. Sempre opto pela monarquia e cidades distantes da capital sofrem com muita corrupção.
Fica claro que o tamanho do mapa e a quantidade de inimigos (escolhidos ao iniciar a partida) irão influenciar na estratégia. A sua localização no mapa também. Não podemos dizer que existe uma regra geral, aplicável em todas as ocasiões. Mas num mapa pequeno o contato com os inimigos é mais rápido. Não se pode vacilar. Num mapa grande a distância faz com que as ações tenham que ser pensadas com mais antecedência.

Aqui você podem ver como eu bloqueio a entrada de inimigos em meu continente e dificulto um eventual ataque:

sábado, 20 de março de 2010

C-EVO Campanha Ofensiva Charts

Vou terminar a explicação sobre essa campanha ofensiva com os espanhois. A conquista do território viking logo no começo do jogo me deixou com grande vantagem populacional, militar, em cultivo e no tamanho territorial. E isso antes mesmo do ano 0. Só em tecnologia e exploração a disputa era mais equilibrada. Vejam os charts:







Outra coisa interessante nesta partida foi a diferença no comportamento dos inimigos. Ficaram mais temerosos e menos beligerantes. Ao explorar o território tive contato com os franceses. Eu ataquei um ou dois soldados deles. Aí propuseram um acordo de paz e eu aceitei. Turnos depois eles fundaram uma cidade numa região meio desértica e com uma dead land no raio de alcance. Logo pensei que pudesse ter algum mineral especial lá. Juntei mais soldados e parti para o ataque aos franceses, rompendo o acordo de paz. Fui dominando todas aas cidades francesas, até destruir seu império. No final acabei descobrindo que a dead land não tinha mineral algum. Azar, meu e dos franceses. Mas, de qualquer modo, era um inimigo a menos pra me preocupar.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

C-EVO Campanha Ofensiva

Desde o início do blog eu dizia que minha estratégia era basicamente defensiva militarmente e desenvolvimentista em economia e população. Isso até desenvolver a produção em massa. Também disse que outros jogadores adotavam formas mais agressivas de estratégia. É uma questão meio pessoal. Mas, claro, influenciada pelo nível da partida, pelo tamanho do mapa, pela geografia...
Algumas semanas atrás eu fiquei sem conexão e acabei jogando várias partidas de C-evo. Numa delas, num mapa médio, eu fiquei no meio do continente. Mas numa região horrível, cercado de montanhas e desertos. Logo pensei em encerrar o jogo e começar nova partida. Mas fiquei jogando mais alguns turnos para ver o que aconteceria. Movi alguns militia para o norte, procurando desvendar o mapa. Acabei tendo contato com os vikings. Eles ofereceram um acordo de paz e eu aceitei. Mas, por causa do mapa, resolvi mudar a estratégia. Movi mais alguns 3 militia para a fronteira e comecei a produzir Guards em Madri e Sevilha. E mandei um settler fundar Toledo. Os novos Guards, 24x16, eu ia movendo pra fronteira do território viking. Vejam a captura do jogo:

Daí rompi o acordo com os Vikings e ataquei em sequência. Matei um militia deles, que patrulhava a fronteira e avancei sobre Uppsala. Tomei a cidade e deixei meus soldados se recuperando. Nisso os meus novos Guards estavam chegando na região. E minhas cidades iniciais continuavam produzindo novos Guards. Com os militia que sobraram parti pra atacar Kaupang. Perdi um militia mas o outro dominou a cidade. Nisso comecei a produzir um Guard em Uppsala. Peguei os Guards produzidos na Espanha e cerquei Trondheim. Lá a defesa era mais forte, haviam cavaleiros. Mas com um ataque combinado acabei dominando a cidade e aniquilando os vikings. Vejam a captura:


Claro que a distância entre meu território inicial, Espanha, e o viking, que dominei, atrapalhou a administração. A corrupção me fez perder dinheiro e pesquisa. Mas a vantagem sobre os outros inimigos compensou tudo isso. Na próxima atualização vou mostrar os charts que demonstram o salto após dominar 3 cidades inimigas.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

C-EVO Novas Dicas

Agora vou mudar o foco e mostrar como apressar a vitória no jogo. Vamos imaginar que você já desenvolveu a produção em massa e sabe (aproximadamente) onde estão os recursos minerais especiais. Se o recurso está em uma das cidades do seu território o trabalho é facilitado. Basta seguir o desenvolvimento da cidade, concluir as pesquisas que faltam para lidar com o mineral e produzir as partes da nave espacial. Mas isso é um fato raro. Quase sempre os minerais estão em cidades inimigas e nos pólos.
Quando esse recurso está numa cidade inimiga é necessário invadir e dominar aquele território. Mas com a produção em massa é tranquilo se criar várias unidades (fortes) e conquistar tal cidade. Quando o recurso está nos pólos... Aí a coisa muda. Você vai precisar pesquisar um transporte naval. Um que carregue 4 unidades e tenha alguma força de ataque e defesa caso apareça um navio inimigo. Dependendo da distância entre esse recurso e seus inimigos você deve definir quais as primeiras unidades que serão transportadas até esse local. Se for um local isolado é interessante levar 2 soldados (infantaria ou marines) e 2 engenheiros. Coloque os soldados para vasculhar as redondezas e os engenheiros para preparar a fundação da cidade. Um engenheiro produz uma estrada num solo que gere escudos e o outro começa a irrigar um terreno fértil. Nisso o seu navio deve retornar para buscar mais 1 soldado e 2 ou 3 engenheiros novos. Agora o engenheiro que terminou a estrada deve fundar a cidade no raio de alcance do mineral. O segundo continua o trabalho com estradas e irrigação.
Pronto, a cidade foi fundada e o mineral está em seu raio de alcance. Esqueça tudo que já falei sobre construir Town Hall, tribunal, biblioteca, mercado e demais prédios. Num local distante de sua capital a corrupção (imagino que você não escolheu o fundamentalismo ou o comunismo como forma de governo) irá estragar o desenvolvimento dessa cidade. Nem mesmo um tribunal irá resolver o problema. Portanto vamos focar apenas em crescimento e produção das partes da nave. Se a região for muito polar ou desértica a primeira medida pode ser a construção da Algae Plant. Caso tenha alguns terrenos férteis considere construir um supermercado primeiro. Logo você verá que a cidade vai demorar muitos turnos para terminar o supermercado, isso é normal pois produz poucos escudos ainda. Assim que seu engenheiro tiver transformado algum terreno irrigado em farmland use seu dinheiro para completar o supermercado. Nesse momento seus outros engenheiros já terão chegado e estarão trabalhando o solo da cidade. Sua segunda obra deve ser o sewer system. Isso mesmo, um aqueduto é redundante, faça logo o sewer system (rede de esgotos). Use novamente o seu dinheiro para apressar a obra, é para isso que a gente acumula grana no tesouro público. A terceira obra vai depender da localidade. Se a cidade for litorânea faça um porto e um plataforma marítima. E depois a fábrica. Não sendo litorânea, pode ir pra fábrica direto. Lembre de sempre usar seu dinheiro para apressar as obras.
Quando a cidade passar do tamanho 10 você vai perceber que o controle é baixo e alguns cidadãos deixam de trabalhar para ajudar nessa tarefa. Então você deve construir um templo e um teatro para melhorar a felicidade e o rendimento do povo. Agora voltemos à produção. A obra seguinte é a manufacturing plant. Logo depois um centro de reciclagem para conter a poluição. Pronto, agora é hora de pegar o mineral e produzir a parte da nave. É possível que ao marcar a tarefa não haja população suficiente para isso. Nesse caso você deve mudar o botão de "maximize growth" para "maximize production". Quando seus engenheiros já tiverem terminado o trabalho em melhorar o solo, e havendo comida suficiente para sua manutenção, é possível adicionar eles aos habitantes da cidade. Assim você terá mais gente para trabalhar e concluir a nave.

C-EVO Dicas Militares

Eu já falei que não costumo construir quartéis (barracks) em cidade alguma. Para quem não sabe, os quartéis tornam os soldados produzidos naquela cidade mais fortes. É aquela barrinha amarela que fica abaixo do nível de força da unidade. Sem barra alguma é o soldado novato, depois tem 1 barra, 2, 3, até se tornar um soldado de elite, com a estrela no lugar das barras. É claro que ter um soldado de elite é muito melhor que um novato.
E existe um meio baratíssimo de transformar seus soldados em elite. Nada de quartéis, já disse. Quando se joga no nível iniciante até pode ser, mas do nível médio pra cima é inviável construir quartéis em várias cidades. Também não é muito recomendável que se faça um quartel em uma única cidade e se produza todos os soldados lá. A saída é tornar os soldados elite vencendo batalhas. Exato! Vamos imaginar que você começa a ser atacado numa determinada cidade e seus soldados são todos novatos. É bom que essa cidade já tenha muralhas. Reserve seu soldado mais forte para defender a cidade. E vamos dizer que você ainda tem uns guardas e mosqueteiros que moveu para lá. Todos novatos. Então o inimigo fundamentalista começa aquele ataque massivo. Os soldados dele costumam ter 2MP e uma força de, no máximo, 48/16. Isso no ínicio do jogo. Assim que um soldado inimigo ficar ao alcance dos seus, na cidade, selecione uma unidade e ataque ele. Isso avaliando a força do soldado inimigo e a do seu. Se tiver alguma dúvida consulte o "foreign units design" no menu do palácio. Seu soldado venceu a primeira batalha e ficou com uns 20% de força, deixe-o se recuperando e repita a operação com outros soldados nos turnos seguintes. Logo eles terão uma barra, 2, 3 e a estrela de elite. Quando uma unidade vira elite a sua força de ataque e defesa é muito maior que a unidade novata. Agora mova um ou 2 soldados elite para outras cidades suas e traga mais 2 novatos para essa cidade alvo, onde serão treinados em batalhas. E repita o processo quantas vezes for possível.
Um outro esquema importante para se defender de um ataque massivo dos inimigos é o uso de unidades super-pesadas (overweight). Essa opção aparece depois que se desenvolveu a construção de pontes. Não vou entrar em detalhes pois já expliquei o uso de overweight em outro post. Mas com algumas unidades overweight e de elite dá pra suportar o ataque dos inimigos com muita tranquilidade e sem sofrer baixas.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

C-EVO Passo a Passo 6

Como eu já joguei muitas partidas tenho os passos quase gravados para ter sucesso. Construir X cidades até o ano tal, Y até o ano qual, irrigar o máximo de terras, fazer minas, descobrir tal tecnologia o mais cedo possível... Não há muita variação. E o último ponto importante são as maravilhas. Quase todas têm uma função importante e irão te ajudar no objetivo final.
A primeira, já falei, é o Colosso. Ele reduz o custo de construção das demais. Algumas maravilhas costumam ser mais urgentes (dependendo de sua tecnologia) que outras. O Oracúlo é uma segunda opção, ele te dá 1 escudo por cada templo (assim os seus ficam sem custo algum) e pelos templos dos povos com quem tem relações. Depois temos a Lighthouse ou os Jardins Suspensos. Daí faço a Sun Tzu War Academy, a Grande Biblioteca, Colégio de Newton, Torre Eiffel, Estátua da Liberdade, etc... O Templo de Zeus costuma ser construído pelo povo mais guerrilheiro, pois concede uma tecnologia por cada cidade conquistada. Fique de olho nisso.
Tente variar a cidade sede das maravilhas. Afinal elas ajudam na felicidade e controle dos cidadãos. Não junte todas na capital.
Outras construções, nacionais, também devem ser consideradas como urgentes. A primeira é a Grande Muralha. Ela vale por uma muralha em cada cidade do mesmo continente. Mas só do mesmo continente! Outra edificação importante é a Bolsa de valores, stock exchange, ela dobra a receita dos bancos. Já a Algae Plant deve ficar reservada para uma emergência. Imagine que lhe falta o último mineral e ele está numa região polar, sem tantos alimentos para o crescimento da cidade. A Algae Plant vai adicionar comida para que essa cidade cresça para o tamanho 12 ou mais. Juntando farmlands e supermercados...
Isso é o básico. O resto vai depender de sua experiência e de uma certa malandragem. Lembre que você joga contra uma inteligência artificial, muito previsível. Você deve ser mais ESPERTO. Vou mostrar uma tela de um jogo onde peguei um inimigo de surpresa. No começo do jogo usei uns guerreiros para marcar a fronteira dele e atrapalhar seu avanço (linha vermelha). Mas ele já sabia a posição de uma cidade minha, Cadiz, e começou aquele ataque massivo. Botei uns 4 soldados em Cadiz e fiquei defendendo a cidade. Mas não conseguia fazer mais nada. O lado oeste do mapa ainda estava oculto pra mim, não uso sempre o "see everything". Mandei uns 2 soldados investigar e achei um caminho até ele, justo na cidade com mineral especial (linha azul). Daí produzi mais uns soldados e ataquei a cidade. Quando ele mudou a rota de seus soldados para recuperar Elephantine já era tarde. Ainda tive uma trégua em Cadiz, movi mais soldados e acabei dominando todas as demais cidades dele.

C-EVO Passo a Passo 5

Outro assunto importante é avaliar a sua estratégia no jogo. Você precisa saber quem são seus potenciais inimigos, o que andam fazendo, a tecnologia que possuem, suas unidades militares, suas cidades, etc... Quase tudo isso pode ser visto pelo menu do palácio e suas abas. Também lembre-se que você só vence se construir a nave espacial e precisa dos minerais especiais. E esses minerais quase sempre estão nos pólos, nas dead lands, e em territórios inimigos. Vamos imaginar que você já tem o cobalto em uma de suas cidades, não precisa perder séculos brigando com um inimigo que só tem o mesmo mineral. Busque os que lhe faltam.
Quando você entrar na tela de diplomacia veja as tecnologias que seus inimigos detêm. Quase sempre eles buscam alcançar a teologia e o fundamentalismo. Quando eles chegam neste ponto, tenha certeza, irão produzir dezenas de soldados, romper o acordo de paz e lhe declarar guerra. Já fique prevenido.
Dependendo do mapa você pode usar alguns soldados para bloquear o caminho deles e dificultar sua ofensiva militar. Eu disse dificultar, não impedir. Uma coisa habitual desses fundamentalistas é usar alguns cavaleiros iniciais para vasculhar o mapa. Até encontrar suas cidades. Então eles oferecem um acordo de paz e ficam com os soldados ali, investigando a posição de suas cidades. Quando lhe declaram guerra já sabem o seu ponto vulnerável e irão atacar justamente ali. Quase sempre focam numa cidade mais nova, talvez sem muralhas e soldados. Tente bloquear esse vai-vem investigativo deles. Sei que é difícil, mas é muito importante.
Vejam essa tela abaixo onde eu usei 3 soldados (sublinhados de vermelho) para impedir a investigação de um inimigo. Está certo que eu já estava na fase final do jogo, já tinha dominado as cidades inimigas que tinham os minerais especiais e apenas queria terminar a construção da nave. Mas serve como exemplo.

Existe um macete simples para investigar o mapa, seus inimigos, e as dead lands. Não gosto muito de citar trapaças, mas... Você está lá pelo ano 1.000 e só desvendou um pedaço do mapa, não sabe de mais nada. Salve o jogo. Agora abra ele novamente. No menu do alto, em manipulação, e marque "see everything". Todo o mapa ficará visível. Dá pra ver todos os inimigos, suas cidades, o que estão produzindo, seus soldados, e, especialmente, as dead lands. Mas é bom saber que nem todas as dead lands terão recursos especiais, só algumas. Agora feche o jogo, sem salvar, e abre a partida salva anteriormente.

C-EVO Passo a Passo 4

Agora vamos falar um pouco sobre tecnologia. A sua capital já se inicia com o Town Hall construído. Mas as outras não. Então você deve construir o Town Hall logo que puder. No início do jogo, ainda longe dos inimigos, pode ser sua 1ª construção. Depois, em guerra, é melhor pensar em muralhas primeiro. Mas o Town Hall funciona como um centro administrativo, uma prefeitura. Ele aumenta a coleta de impostos e ajuda nos pontos de pesquisa. Seu custo de manutenção é baixo, 1 escudo por turno. Quanto mais Town Hall mais pontos de pesquisa você terá (aquele ícone de tubo de ensaio no alto da tela). Ao lado do tubo você tem o número de pontos por turno e a barra colorida sendo preenchida até terminar a pesquisa corrente. Se a pesquisa consome 90 pontos e você tem 9 pontos por turno, precisará de 10 turnos para completar a tarefa. Fique sempre de olho nos pontos de pesquisa que tem por turno.
Outras construções ajudam mais ainda na ciência: bibliotecas, universidades, laboratórios. E ainda tem o Colégio de Newton, a maravilha que dá um super impulso em sua ciência. Mas o Colégio de Newton só funciona na monarquia, portanto pense bem antes de mudar de governo. Outra maravilha que pode ajudar sua ciência é a Grande Biblioteca. Mas ela só será útil se seus inimigos estiverem com mais tecnologia que você.

Uma outra forma de obter tecnologia é trocando com outros povos. E mesmo essa precisa ser "confirmada" numa pesquisa rápida. Mas trocar tecnologia é uma alternativa péssima. Quase sempre os "amigos" irão oferecer trocas que só interessam à eles. Um exemplo: oferecem poesia em troca da pólvora. Ou oferecem teologia em troca de explosivos. Se você quiser armar os caras...
Agora vamos voltar ao assunto dinheiro X ciência. Eu havia aconselhado mudar o cursor para 10% de impostos e 90% de ciência. Mas suas cidades vão crescendo, você precisa de bibliotecas, aquedutos, portos... No início do jogo dá pra se manter com os 10% e marcando uma cidade ou outra (variando entre elas) para Trade Goods. Mas esse esquema não funcionará eternamente. Quando você entrar no vermelho e precisar marcar mais de 2 cidades para Trade Goods (lá pelo ano 1.500 ou 1.600) é hora de passar os impostos para 20%. Vai prejudicar um pouco a ciência mas isso pode ser recuperado com bibliotecas e universidades. Mais uns 2 séculos e será necessário passar os impostos para 30%. Ok, mas desse ponto não pode passar. Construa mercados, bancos e a Bolsa de Valores para ter fundos. Mas lembre que a Bolsa só será realmente efetiva se você tiver bancos em 4 ou 5 cidades. Ou em todas, de preferência.

C-EVO Passo a Passo 3

Esse mapa que estou sugerindo é grande mas logo você terá contato com os primeiros inimigos. Lembre de logo que puder, produzir um Guard, ou um mosqueteiro (força 33/22) e muralhas para defender suas cidades. Vamos imaginar que sua capital está produzindo o Colosso (e isso demora), a sua segunda já está com tamanho 7 ou 8 e as demais ainda estão entre 3 e 5. Uma opção boa é produzir soldados nesta segunda cidade. Mas ela não deve ficar com o custo de manutenção desses soldados. Isso iria sugar a produção de escudos e logo ela não teria mais nenhum disponível. A saída é mover o soldado para a cidade menor e, chegando lá, apertar em H. Isso fará com que essa cidade seja a "natal" e mantenedora do soldado. E assim a cidade maior continuará com escudos para produzir outros soldados.
Lembra dos primeiros guerreiros que você produziu? Uns 3 ou 4. Agora eles não terão mais importância para defender suas cidades, já temos unidades mais fortes. A nova função deles é pesquisar o mapa. Assim que encontrar um inimigo a melhor opção é oferecer ou aceitar um acordo de paz. Ainda não é momento de atacar. Para entrar na tela de diplomacia basta clicar no palácio, marcar Nations e escolher os povos com os quais já têm contato.
Um dos pontos importantes para se manter vivo na fase inicial é o design militar. C-Evo permite que você molde a sua unidade de acordo com a tecnologia já pesquisada. Eu costumo fazer um soldado mesclado, com 60% para ataque e 40% para defesa. E não adiciono movimentos extras. Outras pessoas gostam de fazer diferente. Criam soldados para o ataque (80% de ataque e apenas 20% de defesa) ou soldados de defesa (conta inversa). É uma opção, mas eu não a uso. O motivo é que, por exemplo, um soldado "atacante", se for atacado por um inimigo, terá pouca chance de sobreviver. Já um soldado "defensivo" (normalmente usando dentro de suas cidades) pode precisar atacar um inimigo que está ameaçando matar um settler. Sem poderio de ataque ele não terá sucesso na batalha.
Uma tática que uso sempre é, quando tiver pesquisado a construção de pontes, usar unidades super-pesadas, overweight. Um soldado com overweight tem mais poderio de ataque e defesa. Mas ele é lento, só anda por estradas (lembre de ligar suas cidades por estradas para que ele possa se movimentar) e tem um custo de manutenção de 2 escudos. Portanto a sua função é ficar nas cidades que estão sendo alvo daqueles ataques sem fim de inimigos fundamentalistas. Ele será de extrema importância na sua defesa.

C-EVO Passo a Passo 2

Vamos seguindo com o tutorial super explicado. Agora sua 2ª cidade está pronta. Você tem 2 opções de produção: um guerreiro ou o Town Hall. Se estiver confiante recomendo o Town Hall primeiro. Ele é importante para aumentar sua receita e o nível da pesquisa. Quando terminar o Town Hall pode observar que o número de pontos de ciência, na aba do alto, irá aumentar um pouco. Caso sua cidade tenha poucos escudos produzidos e mais comida mude o ícone do martelo para aumentar a produção. Essa parte precisa ser gerenciada de acordo com a cidade e suas necessidades. Terminado o Town Hall, passe para a produção de um guerreiro, daí, dependendo da tecnologia que tiver, mercado, um settler (se a sua cidade for de tamanho 4 ou mais), outro soldado...
Lembre que na monarquia você não terá custo para manter soldados em número até 50% do tamanho da cidade. Por exemplo: cidade tamanho 6 pode manter 3 soldados sem custo algum. Exceto os Town Guards.
Na sua capital o segundo settler já deve estar pronto e trabalhando. E você pode começar a produzir o terceiro soldado. Normalmente eu ordeno ao 2º settler que irrigue 1 ou 2 quadros na capital e aí ele segue para trabalhar o terreno da segunda cidade. Nesse meio tempo os seus soldados já revelaram um bom pedaço do mapa. Escolha um terreno bom e mande esse settler fundar a 3ª cidade. Enquanto isso produza outro settler na capital, se for viável. E repita o processo com ele também: uma estrada aqui, uma irigação ali e depois fundar outra cidade.
Quando a sua capital (ou outra cidade) não puder construir settlers ou soldados, bote ela para gerar dinheiro com o Trade Goods. Lembre que temos apenas 10% da receita de impostos, todo o resto está indo para a ciência.
Voltemos para a árvore de pesquisa. Depois da monarquia é hora de pesquisar alguma nova unidade militar. Com a tecnologia atual já é possível criar um Guard com 18 de ataque e 12 de defesa (ou algo parecido). Daí pra frente pode-se pesquisar pottery, misticismo, masonry (para construir muralhas), medicine, astronomia, currency (para ter mercados), matemática... Eu sempre tento equilibrar as pesquisas, buscando tecnologias militares, de construções, que permitem produzir maravilhas, etc...
Quando a sua capital estiver com tamanho 7 pra 8, e um Guard (ao menos), e dependendo do número de escudos, é possível pensar em construir a primeira maravilha: o Colosso. Essa maravilha é fundamental para reduzir o custo de todas as outras maravilhas, baixa em 25%.

C-EVO Passo a Passo

Eu já estava pensando em fazer um super tutorial, passo a passo, para tirar todas as dúvidas dos iniciantes no jogo. Quem joga no nível médio pra cima não precisa tanto dessa ajuda. E vendo os comentários e pedidos de alguns leitores resolvi iniciar esse super guia. Vou tentar abordar todos os pontos do jogo. Mas, por favor, leia deste ponto para cima (posts mais novos). De outra forma ficará confuso.
A primeira regra é entender que tudo conta neste jogo de estratégia, não basta focar num só ponto. Outra dia mesmo fui jogar uma partida e fiquei de olho num inimigo. Forcei muito em construir cidades e... De repente apareceu um chinês e me tomou 2 cidades meio desguarnecidas.
Vamos lá, abra o jogo e escolha a opção beginner (iniciante), afinal esse é o nível dos novatos mesmo. Escolha 3 ou 4 adversários. Na aba mapa escolha um tamanho de 150% e uns 45% ou 50% de terra. Se escolher um mapa menor o jogo será mais rápido mas o contato com os inimigos começará cedo.
Ok, inicie o jogo. Já falei antes sobre os painéis de menus e os comandos para as unidades. Caso não saiba isso é melhor ler os primeiros posts do blog. Ainda no 1º turno do jogo vá na tela da sua capital (clicando nela) e mude a construção, de Town Guard para guerreiro. O motivo eu já falei antes. Agora vá na tela de administração (ícone do palácio) e abra a aba Tax (impostos). Baixe a taxação para 10%. Isso vai levar o investimento em tecnologia para 90%. É claro que assim você terá poucos recursos financeiros, mas isso é importante para avançar em tecnologia. Mais pra frente vou ensinar como levantar uma grana extra.
Coloque seu primeiro settler para irrigar os campos ou construir estradas em florestas. Na parte de pesquisa escolha as mais simples para começar: warrior code, cavalaria, roda, bronze, cerimonial burial, monoteísmo e daí a monarquia. Então é hora de sair do despotismo. Essa é a minha sequência habitual de pesquisas iniciais.
Em poucos turnos o seu 1º guerreiro estará pronto. Coloque-o para investigar o terreno próximo e produza outro na capital. Terminado o 2º guerreiro mande-o investigar o terreno também. Pode ficar tranquilo que os inimigos ainda estão longe. Na sua capital ainda não há muito para se construir. Marque Trade Goods para fazer um dinheiro extra e mande o seu settler construir sua segunda cidade nas proximidades. Mas escolha bem o terreno. Alagados ou terras montanhosas irão prejudicar o crescimento da cidade.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

C-EVO Finalizando a Campanha com os Franceses

Nesta partida eu tive um comportamento bem conservador. Quase sempre uso essa estratégia. Dei preferência ao desenvolvimento, tecnologia e economia. Só depois do ano 2.000 comecei a preparar a ofensiva militar. Vejam o chart de poderio militar. Fiquei abaixo dos inimigos até perto de 2.050, aí iniciei a produção de unidades fortes e parti para o ataque fulminante.

Na última tela eu estou chegando perto das primeiras cidades persas, quase sem obstáculos. Vejam que elas quase não progrediram após tantos anos. Acabei terminando a nave espacial antes de destruir os persas.

C-EVO Campanha com os Franceses 3

Vamos seguindo com as telas dessa partida. Na tela 7 eu estou movendo meus soldados até o território viking. Como costumo jogar com mapas de 150% a distância é meio grande. Não estou usando muitas unidades neste ataque pois minha preocupação maior era com os persas. Os vikings contavam com apenas 3 cidades médias (até o tamanho 12) e pouca força militar.

Na tela 8 temos Nova York, cidade que os persas capturaram dos americanos. Ela está com tamanho 12 mas não conta com nada além de Barracas (ou Quartel), Town Hall e aqueduto. Ela produz 16 escudos e 3 pontos de pesquisa. Existe muita corrupção também. Pelo ano em que está o jogo (2061)... uma bela porcaria.

Na tela 9 eu já estou dominando os persas. Primeiro conquistei Philadelphia e estou avançando sobre New York. Um novo grupo de marines vêm chegando para reforçar meu ataque.