Após um longo período de (quase) inatividade, voltei aos jogos civilizatórios. Baixei a versão mais recente do Freeciv, 2.4.3, e instalei. Se bem que já existe uma versão mais nova, ainda em testes. Mas isso não importa muito, as alterações são quase imperceptíveis. Só mesmo consultando o log. De todo modo eu queria jogar novamente e testar novas táticas.
A primeira partida foi no nível médio e no mapa da Europa. Foi uma partida basicamente militar, enfrentando os espanhóis e depois os suecos. Praticamente aniquilei eles. Ao chegar nos adversários menores e facilidade era tanta que o jogo perdeu a graça e eu abandonei. Resolvi jogar uma nova partida no nível difícil, no mapa da Terra. Mas o jogo colocou todos os jogadores na mesma região, entre a Europa e Ásia. Esse é um dos problemas de jogar em cenário. Como o nível era difícil, todos os rivais resolveram me declarar guerra. E ainda haviam os bárbaros, frequentes e com muitas unidades. Parei no meio, talvez retorne para finalizar a partida.
Resolvi iniciar uma outra partida, editando várias opções. Começando por deixar cada jogador num continente. E o meu foi a América. Como eu tinha bastante espaço, adotei uma tática expansionista. Fundei o maior número de cidades que pude, mesmo sacrificando o crescimento das iniciais. Depois de vasculhar quase todo o continente, debandei os 2 exploradores. Mas fiz isso em cidades que estavam construindo maravilhas. Por menor que seja o valor dos exploradores, sempre ajuda um pouco. Fica a dica!
Quando já tinha várias cidades e uma boa conexão por estradas, resolvi implantar rotas comerciais. Sem estradas (ou ferrovias) as caravanas são muito lentas. Essa rotas me ajudaram financeiramente (e em ciência). Com o dinheiro em caixa eu adiantava a construção de todas as maravilhas que desejava. Isso foi muito importante. Ainda mais por sempre jogar com taxação baixa; 30% de imposto e 70% pra pesquisa. Aí vocês vão me perguntar sobre o luxo dos cidadãos. Já vi jogadores destinando 20% (ou mais) pro luxo. Mas assim a gente não consegue uma vantagem tecnológica. Então eu tento acalmar o povo com as maravilhas e templos. E com 3 unidades militares na cidade. Até a cidade chegar no tamanho 9 ou 10, isso funciona. Depois... Depois eu costumo deixar um cidadão sem atividade. Até trocar de governo, da monarquia pro comunismo. Não gosto muito da republica e da democracia.
Voltando ao jogo em questão, usei alguns galeões e fui vasculhar a costa africana. Depois juntei alguma força naval (e terrestre) e fui pra guerra. Como eu conheço o comportamento das IAs, resolvi "driblar" o africano. Dei toda a pinta que iria atacar uma cidade - que ele reforçou - e ataquei outra. Tomei a cidade com folga. E depois mais outras. E todo continente africano. E parti pro Oriente Médio e Ásia. Já com novos inimigos.
Em 1890 eu já estava finalizando a pesquisa normal. Como a corrida espacial estava desabilitada, precisei dominar todas as cidades inimigas. Essa é a parte "sonolenta" do jogo. Mas fiz algumas capturas de tela para vocês conferirem a campanha.
Assim que puder vou fazer um novo texto falando dos problemas e falhas no Freeciv. Espero que este exemplo, e dicas, tenham servido para ajudar quem sofre para sobreviver e vencer uma partida de Freeciv num nível mais difícil.
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Sword Fall - Estratégia em Turnos
Não tenho grandes novidades sobre o C-Evo. Mas vou aproveitar e compartilhar um bom jogo de estratégia por turnos, o Sword Fall. Esse é um game em flash, sem tanta complexidade. Mas vai garantir algumas horas de diversão. Especialmente pra quem gosta do estilo, estratégia em turnos.
Sword Fall lembra um pouco o War, de tabuleiro. Existe um mapa e alguns povos, mais os países independentes, que devem ser o alvo inicial. O jogo começa e vocês, após escolher o país, terão algum dinheiro (as moedas) para investir, e a provisão (o ícone com um barril de suprimentos). Só é possível atacar países que façam fronteira com os seus. Analisam as possibilidades. Escolham o mais fraco. Agora cliquem na aba do seu exército e recrutem alguns soldados. E ataquem o alvo escolhido. Cada exército só realiza um ataque e movimento por turno.
Quanto mais regiões (países) forem conquistados, mais aumenta a receita do tesouro e os suprimentos. É bom conquistar uns 5 ou mais países avulsos. Então é possível investir em pesquisa. A pesquisa permite novas unidades e algumas vantagens administrativas, como aumentar a receita por turno.
Mas fiquem de olho nos inimigos, se algum território ficar sem proteção eles irão atacar e conquistar.
Vocês podem gerir as batalhas manualmente. Isso é um pouco enfadonho. Ou podem deixar que o jogo realize o cálculo e declare o vencedor. Assim agiliza mais o game e ele dura menos tempo. Façam como preferirem.
Os iniciantes podem começar com o nível mais fácil (easy). Mas o jogo fica mais divertido do nível Normal pra cima. E as partidas podem levar um certo tempo. Por isso vou deixar o jogo em download, não pra jogar online. Baixem o jogo e joguem em um programa que rode flash (como o SWF Opener) ou pelo navegador.
Cliquem na imagem abaixo para fazer o download de Sword Fall. Na página de download escolham "regular download". Perto do final da página existe um código "captcha" que deve ser repetido e depois se clica em "ativar passaporte". Pronto, o link estará disponível.
Sword Fall lembra um pouco o War, de tabuleiro. Existe um mapa e alguns povos, mais os países independentes, que devem ser o alvo inicial. O jogo começa e vocês, após escolher o país, terão algum dinheiro (as moedas) para investir, e a provisão (o ícone com um barril de suprimentos). Só é possível atacar países que façam fronteira com os seus. Analisam as possibilidades. Escolham o mais fraco. Agora cliquem na aba do seu exército e recrutem alguns soldados. E ataquem o alvo escolhido. Cada exército só realiza um ataque e movimento por turno.
Quanto mais regiões (países) forem conquistados, mais aumenta a receita do tesouro e os suprimentos. É bom conquistar uns 5 ou mais países avulsos. Então é possível investir em pesquisa. A pesquisa permite novas unidades e algumas vantagens administrativas, como aumentar a receita por turno.
Mas fiquem de olho nos inimigos, se algum território ficar sem proteção eles irão atacar e conquistar.
Vocês podem gerir as batalhas manualmente. Isso é um pouco enfadonho. Ou podem deixar que o jogo realize o cálculo e declare o vencedor. Assim agiliza mais o game e ele dura menos tempo. Façam como preferirem.
Os iniciantes podem começar com o nível mais fácil (easy). Mas o jogo fica mais divertido do nível Normal pra cima. E as partidas podem levar um certo tempo. Por isso vou deixar o jogo em download, não pra jogar online. Baixem o jogo e joguem em um programa que rode flash (como o SWF Opener) ou pelo navegador.
Cliquem na imagem abaixo para fazer o download de Sword Fall. Na página de download escolham "regular download". Perto do final da página existe um código "captcha" que deve ser repetido e depois se clica em "ativar passaporte". Pronto, o link estará disponível.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Age Of Conquest 3
Depois de um longo tempo volto a atualizar o blog. Mas não é exatamente pra falar do C-Evo, o jogo está parado. Existe uma atualização do C-Evo sendo preparada, mas sem data ou qualquer informação mais detalhada sobre isso. Sendo assim vou usar o espaço pra indicar um jogo de estratégia em turnos que encontrei há alguns meses. Trata-se do Age Of Conquest 3. Começo informando que o jogo é pago, mas existe uma versão demo, que pode ser encontrada no Baixaki.
A jogabilidade de Age Of Conquest é bem mais simples que os jogos civilizatórios que conhecemos. É mais um jogo de dominação, mas sem batalhas ou grandes movimentos. Portanto não esperem muito mais que algumas horas de diversão. O lado positivo é que rapidamente se aprende como jogar e dominar todo o mapa.
Ao iniciar o Age Of Conquest encontramos a tela inicial e as opções: iniciar novo jogo, recomeçar um jogo antigo, baixar mapas e outras opções. No lado esquerdo temos as legendas do que os ícones representam. Não é muitas coisa, e mesmo as construções são apenas duas.
O jogo funciona na base do dinheiro pra criar exércitos e nos APs (action points) que o jogador dispõe por rodada. Os APs são consumidos ao movimentar seu exército e nas construções. Lembrando que você só pode movimentar seus exércitos em seu território ou para atacar territórios fronteiriços. A única excessão é o ataque naval. Mas o ataque naval consome mais dinheiro que o terreste, gasto no transporte da tropa. Devido ao alto custo, o ataque naval não é muito indicado na fase inicial do jogo, quando você está com pouco dinheiro e APs.
Existem vários mapas em Age Of Conquest, e outros que podem ser baixados na tela inicial. Cada mapa tem um cenário diferente e um número de adversários variado. Além dos adversários existem os territórios neutros. E estes são o primeiro alvo ao iniciar uma partida. Principalmente por terem um exército limitado a 500 soldados. Sendo assim, contrate soldados em sua capital, até onde seu tesouro permitir e direcione uns 700 ou 800 para atacar 1, 2 ou 3 territórios neutros da vizinhança. Agora clique em "next" para finalizar o turno e executar os comandos. No turno seguinte você terá conquistado os territórios atacados e terá mais dinheiro no tesouro e mais APs. Lembrando que o dinheiro depende da taxação imposta e do tamanho do seu império. As APs aumentam na proporção que seu império cresce. No turno seguinte você pode recrutar mais soldados, tanto em sua capital quanto nos novos territórios conquistados. E atacar mais territórios. Mas tenha cuidado pra não deixar algum território desguarnecido.
Além de recrutar soldados e atacar os inimigos, você também deve construir torres e fortificações (muralhas). As torres são interessantes pois indicam o número de soldados inimigos nos territórios adjacentes. Mas só naquele turno, nada impede que o inimigo esteja enviando mais tropas para determinado território e você tenha uma surpresa desagradável. As fortificações aumentam o poderio defensivo das tropas no território em que forem construídas. São importantes quando passamos a ser atacados por inimigos mais fortes. O mesmo vale quando atacamos tropas inimigas em territórios fortificados. É preciso ter uma tropa de quase o dobro do inimigo. As vitórias são decididas matematicamente, baseadas no número de soldados e a fortificação, caso exista.
Uma dica interessante é atacar territórios inimigos logo no turno seguinte ao que são conquistados. A razão lógica é que eles, provavelmente, contarão com uma tropa reduzida, sobra da batalha anterior. Isso caso o adversário não recrute mais soldados no mesmo turno. A segunda dica é usar de ataques duplos (ou triplos) quando for possível. Vamos dizer que você quer atacar um inimigo que conta com 20.000 soldados numa fortificação. E você tem uns 30.000 soldados num território vizinho e mais 15.000 em outro. Ataque primeiro com os 30 mil e, no mesmo turno, com os 15 mil restantes.
Age Of Conquest é basicamente isso, fazer contas e atacar. A estratégia é muito limitada. O tipo vitória final pode ser configurada, ao iniciar a partida. Você pode optar pelo controle total do mapa ou pela hegemonia parcial.
A jogabilidade de Age Of Conquest é bem mais simples que os jogos civilizatórios que conhecemos. É mais um jogo de dominação, mas sem batalhas ou grandes movimentos. Portanto não esperem muito mais que algumas horas de diversão. O lado positivo é que rapidamente se aprende como jogar e dominar todo o mapa.
Ao iniciar o Age Of Conquest encontramos a tela inicial e as opções: iniciar novo jogo, recomeçar um jogo antigo, baixar mapas e outras opções. No lado esquerdo temos as legendas do que os ícones representam. Não é muitas coisa, e mesmo as construções são apenas duas.
O jogo funciona na base do dinheiro pra criar exércitos e nos APs (action points) que o jogador dispõe por rodada. Os APs são consumidos ao movimentar seu exército e nas construções. Lembrando que você só pode movimentar seus exércitos em seu território ou para atacar territórios fronteiriços. A única excessão é o ataque naval. Mas o ataque naval consome mais dinheiro que o terreste, gasto no transporte da tropa. Devido ao alto custo, o ataque naval não é muito indicado na fase inicial do jogo, quando você está com pouco dinheiro e APs.
Existem vários mapas em Age Of Conquest, e outros que podem ser baixados na tela inicial. Cada mapa tem um cenário diferente e um número de adversários variado. Além dos adversários existem os territórios neutros. E estes são o primeiro alvo ao iniciar uma partida. Principalmente por terem um exército limitado a 500 soldados. Sendo assim, contrate soldados em sua capital, até onde seu tesouro permitir e direcione uns 700 ou 800 para atacar 1, 2 ou 3 territórios neutros da vizinhança. Agora clique em "next" para finalizar o turno e executar os comandos. No turno seguinte você terá conquistado os territórios atacados e terá mais dinheiro no tesouro e mais APs. Lembrando que o dinheiro depende da taxação imposta e do tamanho do seu império. As APs aumentam na proporção que seu império cresce. No turno seguinte você pode recrutar mais soldados, tanto em sua capital quanto nos novos territórios conquistados. E atacar mais territórios. Mas tenha cuidado pra não deixar algum território desguarnecido.
Além de recrutar soldados e atacar os inimigos, você também deve construir torres e fortificações (muralhas). As torres são interessantes pois indicam o número de soldados inimigos nos territórios adjacentes. Mas só naquele turno, nada impede que o inimigo esteja enviando mais tropas para determinado território e você tenha uma surpresa desagradável. As fortificações aumentam o poderio defensivo das tropas no território em que forem construídas. São importantes quando passamos a ser atacados por inimigos mais fortes. O mesmo vale quando atacamos tropas inimigas em territórios fortificados. É preciso ter uma tropa de quase o dobro do inimigo. As vitórias são decididas matematicamente, baseadas no número de soldados e a fortificação, caso exista.
Uma dica interessante é atacar territórios inimigos logo no turno seguinte ao que são conquistados. A razão lógica é que eles, provavelmente, contarão com uma tropa reduzida, sobra da batalha anterior. Isso caso o adversário não recrute mais soldados no mesmo turno. A segunda dica é usar de ataques duplos (ou triplos) quando for possível. Vamos dizer que você quer atacar um inimigo que conta com 20.000 soldados numa fortificação. E você tem uns 30.000 soldados num território vizinho e mais 15.000 em outro. Ataque primeiro com os 30 mil e, no mesmo turno, com os 15 mil restantes.
Age Of Conquest é basicamente isso, fazer contas e atacar. A estratégia é muito limitada. O tipo vitória final pode ser configurada, ao iniciar a partida. Você pode optar pelo controle total do mapa ou pela hegemonia parcial.
sábado, 14 de agosto de 2010
Freeciv ou C-Evo
Vou terminar de listar as diferenças entre C-evo e Free Civ. Além de tudo que já falei é bem provável que uma partida em Free Civ leve muito mais tempo para ser concluída. As cidades demoram mais para crescer, as maravilhas também custam mais, o trabalho dos colonos (ou engenheiros) é mais lento, as batalhas são mais longas (para conquistar uma cidade), etc...
Outro problema mais frequente é a poluição. Em Freeciv esse problema é exagerado ao ponto de irritar o jogador. É necessário construir recicladoras o mais rápido possível. E, pra piorar, quando nossa civilização estiver bem desenvolvida há uma grande probabilidade do planeta sofrer com o aquecimento global. Boa parte dos terrenos vira deserto ou pântano e enfrentamos escassez de alimentos.
Outro ponto que me deixou confuso no jogo foi para construir a nave espacial. A gente pode construir componentes, módulos e demais partes. Mas não há explicação alguma sobre quantas ou quais partes precisamos produzir. Pelo menos eu não encontrei qualquer explicação sobre isso. Fui na base do chute.
E ainda há a questão política. Em C-evo eu costumo me manter na monarquia até o final, por causa da ciência ser duplicada com o Colégio de Newton. No caso de Free Civ isso não é possível. A corrupção e desperdício obrigam que a gente mude para outro sistema político. Avaliando todos eu acabei preferindo o comunismo. Só ele consegue frear a corrupção nas cidades mais distantes.
Outra diferença interessante é o maior uso de táticas de espionagem. Em Freeciv as espiãs podem nos ajudar muito antes de atacar cidades ou incitando revoltosos em troca de algum dinheiro. É muito legal isso!
Outro problema mais frequente é a poluição. Em Freeciv esse problema é exagerado ao ponto de irritar o jogador. É necessário construir recicladoras o mais rápido possível. E, pra piorar, quando nossa civilização estiver bem desenvolvida há uma grande probabilidade do planeta sofrer com o aquecimento global. Boa parte dos terrenos vira deserto ou pântano e enfrentamos escassez de alimentos.
Outro ponto que me deixou confuso no jogo foi para construir a nave espacial. A gente pode construir componentes, módulos e demais partes. Mas não há explicação alguma sobre quantas ou quais partes precisamos produzir. Pelo menos eu não encontrei qualquer explicação sobre isso. Fui na base do chute.
E ainda há a questão política. Em C-evo eu costumo me manter na monarquia até o final, por causa da ciência ser duplicada com o Colégio de Newton. No caso de Free Civ isso não é possível. A corrupção e desperdício obrigam que a gente mude para outro sistema político. Avaliando todos eu acabei preferindo o comunismo. Só ele consegue frear a corrupção nas cidades mais distantes.
Outra diferença interessante é o maior uso de táticas de espionagem. Em Freeciv as espiãs podem nos ajudar muito antes de atacar cidades ou incitando revoltosos em troca de algum dinheiro. É muito legal isso!
quinta-feira, 1 de julho de 2010
C-Evo ou Freeciv
Já pensaram em testar Freeciv?
Acho que quase todo mundo que gosta do gênero sabe que Freeciv é o outro similar baseado em Civilization. Eu já tive ele instalado, há muito tempo. Acho que antes mesmo de C-Evo. Mas por motivos diversos acabei ficando só com o instalador de C-Evo e me adaptei ao jogo. Há uns meses vi uma nova versão de Freeciv e resolvi baixar e testar. Até pra sair da mesmice de C-Evo.

Não vi grandes mudanças no jogo. Pelo menos nada visível, podem ter corrigido falhas na programação. O segundo ponto é que existem diferenças consideráveis entre os 2 jogos. Confesso que me enrolei um bocado nas 2 primeiras partidas. Dificuldade pra escolher o local de fundação das cidades, no gerenciamento, na ciência e, principalmente, nas batalhas.
As maravilhas têm funções diferentes e, parece, são mais difíceis de construir. O descontentamento dos cidadãos é frequente e sempre é necessário mover soldados para as cidades ou alterar a função de alguns cidadãos: do trabalho para o entretenimento.
A forma que o jogo mostra a tela de desenvolvimento científico é favorável na escolha do que desejamos pesquisar. Nisso o Freeciv leva vantagem sobre C-Evo. A tela de economia e de política também são úteis.
Outro ponto considerável é que o trabalho de irrigação ou construir estradas leva mais tempo em Freeciv. Também precisamos usar muito as caravanas; tanto para aumentar o comércio quanto para a ciência. Alguns inimigos que enfrentei tinham dezenas delas rodando pelo território.
Outro ponto que me prejudicou na 2ª partida foi o mapa: fiquei num pequeno continente, dividido com um rival. Logo que produzi alguns arqueiros decidi partir pro ataque. Mas esse é outro detalhe diferente entre os 2 jogos: a defesa é sempre favorecida em Freeciv. Existe a opção "fortify". E nas cidades a muralha representa uma proteção mais potente que em C-Evo. Nem mesmo atacando das montanhas consegui dominar algumas cidades. Nem com ataques combinados usando 3 ou 4 unidades.
Na 3ª partida reiniciei até conseguir um mapa decente. Nem mudando as configurações de terra, mar e tamanho do mapa foi fácil achar um continente de dimensões razoáveis. Finalmente deu. E acabei com espaço de sobra pra fundar várias cidades. Mas logo chegou o contato com os "vizinhos". E eles são mais malandros que em C-Evo. Não podemos ter ilusões com pactos, alianças ou um cessar-fogo. Logo começa o conflito. E uns acabam tomando as dores dos outros e você acaba em guerra com todos. Eu estava jogando no nível fácil, não sei se isso afeta o comportamento dos inimigos. Mas eles, apesar de declarar guerra, não atacam. Ficam sempre na defensiva. E a gente é que deve conquistar suas cidades. Mas com calma, pois quase sempre é preciso usar várias unidades. Quando contamos com navios de guerra e aviões isso fica mais fácil. Essas unidades fazem o bombardeio pesado e as unidades terrestres apenas ocupam as cidades.
A outra diferença entre os 2 jogos é que em Freeciv você não precisa de minerais especiais. Só precisa da tecnologia e construir a nave espacial. Daí envia a nave e espera o ano da chegada dela. Nada emocionante. Assim como a vitória. É só uma mensagem na parte inferior do jogo. Diz que a nossa nave chegou com sucesso e somos os vencedores.
Não sei dizer qual é melhor, se C-Evo ou Freeciv. Cada um tem suas vantagens. Só posso dizer que Freeciv me pareceu mais emocionante, até pela dificuldade de conquistar territórios inimigos. Mas façam seu próprio teste e avaliem qual é melhor.
Acho que quase todo mundo que gosta do gênero sabe que Freeciv é o outro similar baseado em Civilization. Eu já tive ele instalado, há muito tempo. Acho que antes mesmo de C-Evo. Mas por motivos diversos acabei ficando só com o instalador de C-Evo e me adaptei ao jogo. Há uns meses vi uma nova versão de Freeciv e resolvi baixar e testar. Até pra sair da mesmice de C-Evo.

Não vi grandes mudanças no jogo. Pelo menos nada visível, podem ter corrigido falhas na programação. O segundo ponto é que existem diferenças consideráveis entre os 2 jogos. Confesso que me enrolei um bocado nas 2 primeiras partidas. Dificuldade pra escolher o local de fundação das cidades, no gerenciamento, na ciência e, principalmente, nas batalhas.
As maravilhas têm funções diferentes e, parece, são mais difíceis de construir. O descontentamento dos cidadãos é frequente e sempre é necessário mover soldados para as cidades ou alterar a função de alguns cidadãos: do trabalho para o entretenimento.
A forma que o jogo mostra a tela de desenvolvimento científico é favorável na escolha do que desejamos pesquisar. Nisso o Freeciv leva vantagem sobre C-Evo. A tela de economia e de política também são úteis.
Outro ponto considerável é que o trabalho de irrigação ou construir estradas leva mais tempo em Freeciv. Também precisamos usar muito as caravanas; tanto para aumentar o comércio quanto para a ciência. Alguns inimigos que enfrentei tinham dezenas delas rodando pelo território.
Outro ponto que me prejudicou na 2ª partida foi o mapa: fiquei num pequeno continente, dividido com um rival. Logo que produzi alguns arqueiros decidi partir pro ataque. Mas esse é outro detalhe diferente entre os 2 jogos: a defesa é sempre favorecida em Freeciv. Existe a opção "fortify". E nas cidades a muralha representa uma proteção mais potente que em C-Evo. Nem mesmo atacando das montanhas consegui dominar algumas cidades. Nem com ataques combinados usando 3 ou 4 unidades.
Na 3ª partida reiniciei até conseguir um mapa decente. Nem mudando as configurações de terra, mar e tamanho do mapa foi fácil achar um continente de dimensões razoáveis. Finalmente deu. E acabei com espaço de sobra pra fundar várias cidades. Mas logo chegou o contato com os "vizinhos". E eles são mais malandros que em C-Evo. Não podemos ter ilusões com pactos, alianças ou um cessar-fogo. Logo começa o conflito. E uns acabam tomando as dores dos outros e você acaba em guerra com todos. Eu estava jogando no nível fácil, não sei se isso afeta o comportamento dos inimigos. Mas eles, apesar de declarar guerra, não atacam. Ficam sempre na defensiva. E a gente é que deve conquistar suas cidades. Mas com calma, pois quase sempre é preciso usar várias unidades. Quando contamos com navios de guerra e aviões isso fica mais fácil. Essas unidades fazem o bombardeio pesado e as unidades terrestres apenas ocupam as cidades.
A outra diferença entre os 2 jogos é que em Freeciv você não precisa de minerais especiais. Só precisa da tecnologia e construir a nave espacial. Daí envia a nave e espera o ano da chegada dela. Nada emocionante. Assim como a vitória. É só uma mensagem na parte inferior do jogo. Diz que a nossa nave chegou com sucesso e somos os vencedores.
Não sei dizer qual é melhor, se C-Evo ou Freeciv. Cada um tem suas vantagens. Só posso dizer que Freeciv me pareceu mais emocionante, até pela dificuldade de conquistar territórios inimigos. Mas façam seu próprio teste e avaliem qual é melhor.
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