terça-feira, 27 de outubro de 2009

C-EVO Finalizando a Campanha com os Franceses

Nesta partida eu tive um comportamento bem conservador. Quase sempre uso essa estratégia. Dei preferência ao desenvolvimento, tecnologia e economia. Só depois do ano 2.000 comecei a preparar a ofensiva militar. Vejam o chart de poderio militar. Fiquei abaixo dos inimigos até perto de 2.050, aí iniciei a produção de unidades fortes e parti para o ataque fulminante.

Na última tela eu estou chegando perto das primeiras cidades persas, quase sem obstáculos. Vejam que elas quase não progrediram após tantos anos. Acabei terminando a nave espacial antes de destruir os persas.

C-EVO Campanha com os Franceses 3

Vamos seguindo com as telas dessa partida. Na tela 7 eu estou movendo meus soldados até o território viking. Como costumo jogar com mapas de 150% a distância é meio grande. Não estou usando muitas unidades neste ataque pois minha preocupação maior era com os persas. Os vikings contavam com apenas 3 cidades médias (até o tamanho 12) e pouca força militar.

Na tela 8 temos Nova York, cidade que os persas capturaram dos americanos. Ela está com tamanho 12 mas não conta com nada além de Barracas (ou Quartel), Town Hall e aqueduto. Ela produz 16 escudos e 3 pontos de pesquisa. Existe muita corrupção também. Pelo ano em que está o jogo (2061)... uma bela porcaria.

Na tela 9 eu já estou dominando os persas. Primeiro conquistei Philadelphia e estou avançando sobre New York. Um novo grupo de marines vêm chegando para reforçar meu ataque.

domingo, 11 de outubro de 2009

C-EVO Campanha com os Franceses 2

Vamos seguindo com essa partida. Na tela nº 4 eu mostro as cidades iniciais dos persas, apenas 3. Todas no tamanho 12 e não muito trabalhadas. Alguns terrenos não possuiam nem estradas, outros estavam poluídos. Não é um bom exemplo de administração.

Na tela 5 temos o território viking. Tudo muito parecido com os persas, cidades até 12 e o solo mais ou menos cuidado. Parece que de um certo ponto em diante a única preocupação deles é produzir mais e mais soldados.

Na tela 6 temos as minhas cidades. Eu contava com 12 naquele momento. Vejam que boa parte do território já estava coberto por ferrovias e alguns terrenos tinham farmlands. Algumas cidades minhas já ultrapassavam o tamanho 12 e eu tinha mais tecnologia que os inimigos.

Um pouco depois desse momento, já com infantaria leve, eu comecei a avançar sobre os persas e vikings para dominar suas cidades. Mas isso fica para a próxima atualização.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

C-EVO Campanha com os Franceses

Vou começar a mostrar uma nova partida que joguei há algumas semanas. Tentei variar um pouco na pesquisa e no modo de enfrentar os inimigos. Como falei no post anterior, nesta partida todos os meus inimigos estavam em guerra. E os persas conseguiram dominar os americanos ao mesmo tempo em que me atacavam. Vale salientar que eu era atacado pelos americanos, persas e vikings. Nada fácil.
Na primeira tela dá pra ver algumas cidades minhas e o ponto em que começou o ataque. Tentei usar algumas unidades mais antigas para segurar o avanço inimigo enquanto terminava as muralhas em Reims e Tours e pesquisava novas unidades militares. Acabei recuando minhas unidades para Reims pois em campo aberto meus soldados perderiam todas as batalhas. Vejam que no arredor de Reims há uma dead land, futura fonte de mineral especial.


Na segunda tela eu abri o mapa inteiro. Vejam a quantidade absurda de unidades persas vindo me atacar. Neste momento eu comecei a produzir algumas unidades de infantaria leve. Na parte de baixo da imagem eu creditei alguns soldados como americanos. Na verdade eram vikings.


Na terceira tela mostro as cidades americanas que os persas conquistaram. Estão bastante mal cuidadas, com poucas estradas e poluição em vários terrenos.E mais soldados persas se encaminham para me atacar.


Na próxima atualização eu continuarei a mostrar essa campanha.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

C-EVO Dicas

Nos últimos dias eu joguei 2 partidas de C-evo. A primeira foi muito estranha: ninguém atacava ninguém. Eu ia desenvolvendo meu império e esperando algum ataque e... nada! Meus oponentes também não brigavam entre si. Uma das hipóteses que levantei foi ter usado alguns soldados para bloquear a passagem de soldados inimigos perto do meu território. É claro que existiam outros caminhos mas não foram explorados pelos outros povos. E pude crescer com bastante calma. Só quando precisei de um mineral especial é que ataquei e dominei os romanos. Mais pro final do jogo (enquanto produzia a nave espacial) ataquei várias cidades de outros 2 inimigos. Mas só por diversão, não precisava.
A outra partida foi o oposto. Todo mundo brigando com todo mundo. Fiz umas telas dessa partida e vou publicar em breve.

Umas das variações que andei testando nessas partidas foi a escolha da produção e pesquisa inicial. Antigamente eu produzia Town Guards no início do jogo. Não sei se isso é tão vantajoso assim. Os Militia possuem até mais poderio e custam a metade para serem produzidos. E também não necessitam de sustento até o número deles ser a metade do tamanho da cidade. Tudo bem que os Town Guards ajudam na "moral" dos habitantes. Mas é pouca vantagem pelo custo que representam.
Outra dica legal é, no decorrer do jogo, ir mudando a cidade natal dos Town Guards mais antigos. Basta mover as unidades para a nova cidade e apertar "h". Isso é interessante quando, por exemplo, você já está produzindo Mosqueteiros nas cidades mais antigas (e maiores) e as novas estão desguarnecidas. Ordene que elas construam Town Hall ou Muralhas e use os Town Guards antigos para a defesa inicial. Mas não esqueça que 1 escudo irá para o sustento dessa unidade.
Outra dica valiosa é não perder tempo pesquisando unidades militares com pouca diferença das antigas. É bom que a unidade militar tenha um upgrade que compense a pesquisa. Perder 3 ou 4 turnos numa pesquisa dessas, quando poderia pesquisar Construção ou Navegação, é uma falha que pode custar caro no futuro.
Outra coisa importante é o micro-gerenciamento das cidades. Se a cidade chegou no tamanho 8 e você ainda não pode construir Aquedutos o melhor é mudar para "mais produção" em lugar de "mais crescimento". Ou então usar o excesso de comida para produzir um novo colono.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

C-EVO e Freeciv

Dos jogos civilizatórios o Freeciv é um dos que menos joguei. Talvez pelo aspecto visual, que é meio fraco. Acho que já instalei ele umas duas vezes e não recordo tanto do jogo nem tenho telas capturadas. Mas alguns detalhes eu ainda lembro.
A primeira coisa é que o jogo é bastante customizável. É possível configurar várias coisas antes de começar a jogar. Um detalhe interessante é a janela de pesquisa científica, num menu estilo "árvore", que facilita a escolha dos avanços e saber quais faltam.
Na parte de batalhas a diferença é que é muito mais difícil capturar cidades bem guarnecidas e com muralhas. É necessário ter vários soldados no cerco e atacar continuamente no turno. Talvez só consiga capturar a cidade no turno seguinte.
Outro ponto que recordo é a demora para que colonos/engenheiros transformem terrenos. Isso na parte de mudar colinas para solo plano. Demora muito!
Na parte das Maravilhas recordo que sempre tentava concluir a Empresa de Adam Smith e a Oficina de Leornardo. A primeira pagava todos os prédios com manutenção de 1 ouro e isso ajudava muito na parte financeira. A segunda dava um upgrade nas unidades militares mais antiquadas.
Uma parte chata em Freeciv é o micro-gerenciamento. Toda hora uma cidade estava com a população insatisfeita e era preciso construir templos e catedrais ou mover soldados para lá. Ou, pior, deixar um cidadão ocioso.
Na questão da IA os inimigos eram bem malandros. Não dava pra confiar nem nos aliados. A disputa por terreno para construir mais cidades beirava o impossível. Até desertos eram usados quando não havia opção melhor. De certo modo isso tornava o jogo mais divertido.
A parte engraçada do jogo ficava no momento em que eu estava bem adiantado e capturava alguma cidade inimiga. Aparecia um aviso de que os cidadãos de tal cidade estavam radiantes com a chegada do meu império e com o conhecimento da ferrovia (ou outra tecnologia). Bem diferente de C-evo onde as cidades capturadas sempre estão revoltosas.

domingo, 26 de julho de 2009

C-EVO e CIVILIZATION Diferenças

No mês passado eu baixei e instalei o Civilization 2 para recordar como era o jogo. A primeira partida eu joguei no nível mais fácil e ganhei por volta de 1950. A maior dificuldade foi saber o benefício das Maravilhas e quais as melhores opções de avanços tecnológicos em Civilization. É bem diferente de C-EVO.
Outra diferença considerável é no comportamento dos inimigos (a diplomacia) e a defesa que fazem de suas cidades. É muito mais difícil capturar cidades em Civilization. Os ataques bárbaros também são mais constantes e perigosos. Também percebi que a monarquia não é muito eficiente em Civilization e é bom mudar pro Comunismo logo que possível. Ele elimina a corrupção e o único inconveniente é que os colonos/engenheiros consomem o dobro de comida.
Na minha segunda partida em Civilization 2 eu optei por um nível de dificuldade mediano, o "rei". Os bandos bárbaros aumentam muito, os inimigos ficam mais agressivos e, após a industrialização, a poluição se torna o maior problema. Enfrentei 2 ondas de aquecimento global que praticamente destruiram minhas plantações.
Existem outras coisas que tornam Civilization mais "divertido" de jogar:
A primeira é a atitude dos oponentes. Nessa segunda partida eu estava bem desenvolvido, com cidades grandes e em paz com todos. Daí dois deles ficavam me enviando propostas para declarar guerra a outro oponente, o mongol. E eu negava. Certo momento dois deles fizeram um pacto para conter a minha "agressão". Sendo que eu nunca havia atacado qualquer deles. Um pouco depois, os mongóis, que eram adversários desses dois primeiros, me atacam de surpresa e eu revido o ataque. No turno seguinte ambos assinam um tratado de paz com os mongóis e eu fico como o "bandido" da estória. Nem preciso dizer que depois disso eu virei o alvo principal de todos.
Tudo bem que isso é muita malandragem, mas acaba sendo engraçado. Prefiro isso ao comportamento óbvio e padrão das IAs em C-EVO.
A segunda coisa legal é o comportamento e a utilização de diplomatas e das lindas espiãs. Do meio do jogo pra frente fica muito difícil capturar cidades inimigas sem usar uma (ou várias) espiãs. Elas investigam as cidades, subornam, sabotam soldados, sabotam a produção, envenenam as águas... Uma maravilha. Mas é bom ficar atento pois os inimigos usam essas mesmas armas.
Por último é bom observar que a tomada de cidades em Civilization requer mais soldados e turnos. Elas costumam ser bem guarnecidas e a defesa só pode ser quebrada com vários ataques sucessivos no mesmo turno.

Na próxima atualização vou ver se falo algo sobre Freeciv, que também conheço um pouco.